segunda-feira, 17 de junho de 2013

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Gostinho da próxima coleção que esta saindo do forno...

Julia Stockler, com chapéu Sonia Kovac

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Corridas de Royal Ascot



A Royal Ascot é uma das mais famosas reuniões de corridas de cavalos do Reino Unido. As primeiras corridas datam de 1711, quando o evento foi inaugurado pela Rainha Anne, e, é comumente associado à Família Real Inglesa, pois o circuito se localiza à aproximadamente 10 km do Castelo de Windsor.

Todo ano, Rainha Elizabeth e membros da Família Real atendem ao evento. São cinco dias de corrida e o sexto é dedicado ao desfile dos cavalos ganhadores. A Royal Ascot é um dos eventos mais badalados do calendário da alta sociedade britânica.


Cada dia da Royal Ascot é um desfile extravagante de chapéus. Um mais ostentoso que o outro. Muitas vezes, os trajes dos convidados roubam a cena das corridas, fazendo com que a mídia preste mais atenção nos chapéus mirabolantes do que nos cavalos e seus jóqueis.

Esse ano, o evento acontece entre os dias 18 e 23 de junho. Estamos esperando ansiosas pelos incríveis chapéus que são tão característicos da tradição britânica. Postaremos algumas fotos das esculturas de cabeça que serão desfiladas pelas mulheres mais ricas do Reino Unido. Esperem e verão!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

O que é Casquete?!


Casquete é um termo empregado, desde o final do século XIX, para designar um chapéu sem abas, de formato redondo ou oval, com as laterais retas e a copa baixa e achatada (ou levemente convexa). O chapeuzinho é normalmente adornado por plumas, laços e/ou tule. De origem militar e do vestuário masculino, ele tornou-se comum mais tarde como adereço feminino de cabeça. Utilizados também por noivas, o pequeno chapéu é associado ao luxo e ao glamour dos anos 20, 30 e 40.

Chapéu ou Casquete Lucille Ball

Nos dias atuas, mulheres que aderiram as modas retro e pin up, ainda o utilizam, o que deixa o estilo ainda mais característico. Então, podemos dizer, que nossos pequeninos chapeuzinhos são casquetes, apesar desse não ser nosso termo favorito. Então, usem e abusem deles, seja para eventos especiais, ou apenas para dar um toque especial e exclusivo ao sue visual, ou seja qualquer ocasião. Especialmente, se você é super romântica e ama um vizu ultra feminino.







quarta-feira, 24 de abril de 2013

De Onde Veio a Expressão: " Louco Como um Chapeleiro"?



"Louco como um chapeleiro" é uma expressão usada para referir-se a pessoas loucas. Entre os séculos XVIII e XIX, mercúrio era usado na fabricação de feltro, feito de pele de coelho, que era usado para manufaturar os chapéus da época. 

As pessoas que trabalhavam nessas fábricas, eram expostas diariamente a vapores de nitrato de mercúrio, que é extremamente tóxico. O nitrato era inalado e também absorvido pela pele. Além de danos aos pulmões, os vapores causavam danos cerebrais.

Muitos dos trabalhadores que eram afetados, desenvolvia formas de demencia. Eles sofriam de severas convulsões, paralisias, perdiam a memória, e se tornavam mentalmente desorientados. Daí veio a expressão que se tornou uma forma popular de se referir a pessoas insanas.

Johnny Dep como o Chapeleiro Louco

Lewis Carroll escreveu "Alice no País das Maravilhas" em 1865. A história revolve-se em uma menina que cai em um buraco de coelho e entra num mundo de fantasia. Um dos personagens é o chapeleiro. Ele é tratado como o chapeleiro louco, porém, Carroll nunca se referiu a seu personagem dessa forma.

A expressão "louco como um chapeleiro" precede a obra do autor. Mas Lewis Carroll conhecia a expressão e no capitulo 7 do livro, ele festeja "A Mad Tea-Party" ("Um Chá de Loucos").


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Definição de Casquete


Casquete é um termo empregado, desde o final do século XIX, para designar um chapéu sem abas, de formato redondo ou oval, com as laterais retas e a copa baixa e achatada (ou levemente convexa). O chapeuzinho é normalmente adornado por plumas, laços e/ou tule. De origem militar e do vestuário masculino, ele tornou-se comum mais tarde como adereço feminino de cabeça. Utilizados também por noivas, o pequeno chapéu é associado ao luxo e ao glamour dos anos 20, 30 e 40.

Chapéu Sarah Bernhardt

Nos dias atuas, mulheres que aderiram as modas retro e pin up, ainda o utilizam, o que deixa o estilo ainda mais característico. Então, podemos dizer, que nossos pequeninos chapeuzinhos são casquetes, apesar desse não ser nosso termo favorito. Então, usem e abusem deles, seja para eventos especiais, ou apenas para dar um toque especial e exclusivo ao sue visual, ou seja qualquer ocasião. Especialmente, se você é super romântica e ama um vizu ultra feminino.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Mr. John, o Grande Chapeleiro de Hollywood


Mr. John (John P. John, 1902-1993) talvez tenha sido o maior gênio da chapelaria cinematográfica, capaz de evocar traços de personalidade e temperamento, de proporcionar foco e drama, como também uma textura cinematográfica sedutora.

Provavelmente, o mais icônico de seus chapéus seja o usado por Lili, o papel de Marlene Dietrich, em "O Expresso de Xangai" (1932). Quando Marlene aparece pela primeira vez, ela está na estação ferroviária, e seu adorável cloche, revestido de plumas negras e com um severo véu, é quem rouba a cena.

Marlene Dietrich, como Lili, em "O Expresso de Xangai", de 1932


A forma dura e lustrosa do chapéu e o véu, como um visor, sugerem de imediato a independência, a indiferença e a enigmática personalidade da personagem de Dietrich. Mas não é só isso. Assim que o filme "entra" no trem, os significados do chapéu evoluem, revelando a tremula vulnerabilidade de Lili.

Mr. John continuou a criar  chapéus para Hollywood durante mais quatro décadas, mais notadamente para Vivien Leigh em "E o Vento Levou" (1939), gerando assim, uma afetuosa clientela para seu bem-sucedido negócio em Nova Iorque, estabelecido em 1948.

terça-feira, 5 de março de 2013

Behida Dolic, Milliner


Behida Dolic nasceu em um pequena vila ao norte da Bósnia em 1982. Behida foi criada entre artesãos. Uma comunidade variada, formada por marceneiros, costureiras, mestres em tapeçaria. Foi lá onde Behida iniciou-se em sua arte, onde aprimorou suas habilidades.
Depois da guerra da Bósnia, mais ou menos em 1996, a milliner mudou-se para os Estados Unidos. No ano 2000, ela viajou para Florença, Itália, para estudar belas artes. Nesse período, a jovem Behida descobriu e se apaixonou pela moda americana da vira do século XX.

Behida Dolic em seu atelier, em São Francisco

Foi a partir de então, que Behida começou a fazer, à mão, chapéus cloche. Em 2003, Behida volta para os Estados Unidos e se estabelece em São Francisco, para terminar sua formação no San Francisco Art Institute. Desde então, a milliner faz os mais lindos cloches drapeados feitos à mão. Certamente, uma de minhas designers contemporâneas favoritas!